''E continuo. Apesar da saudade. Apesar de me sentir pela metade. Continuo porque é o que resta. Aprendi que se a gente não levar a vida, ela nos leva de qualquer jeito.''
Meu coração e um beco sem saída.
Thiago Guedes (via reatou-se)

Segunda-feira, você me mandou flores
Terça-feira, me fez sentir uma estúpida
Quarta-feira, o mundo era nosso
Quinta-feira, não demos um passo
Sexta-feira, eu me apaixonei de novo
Sábado, não nos falamos
Domingo, você disse que precisava de espaço.
Fifth Harmony.  (via odeio-odiar-voce)

Se quer me deixar, saibas que estou pronto. Porque agora, nessa noite modorrenta, estou deixando você também. Acho que tu nunca tiveste mesmo medo de me perder. E se você não tem medo de perder é porque, no fundo não tem importância alguma. Pode ir. Estou indo. Porque tentar segurar com força alguém que dá indícios de que está indo embora, é a forma mais humilhante de fazer com que alarguemos os próprios passos para longe. Essa sua constante indecisão, se vai ou se fica, é sinônimo claro de não-amor. Então pode ir. Por isso eu fui. Que fique claro que não foram teus deslizes que me desapegaram de ti, mas tua essência impura. E não foram apenas as idiossincrasias que nos afastaram, mas simplesmente, ter valores que não se casavam mais. Desconfortos maiores que alegrias, disputas estéreis, uma necessidade insaciável de despertar emoções negativas, e um vácuo enorme onde deveria haver abraço. Onde havia amor? Não posso acolher tua espera, desesperas, incertezas - além de negar o que sente no presente, acha que ainda poderá deixar o depois sempre pra mais tarde. Tentar entender teus argumentos para me ter são complexos demais para quem quer da vida paixão, ainda que fugaz. O tempo nos traiu e o que antes era amor, hoje nos resta um punhado de frio, a certeza de um tempo esgotado. Eu sentia tanta a sua falta, mas nunca parecia que você sentia a minha. E eu acho que por isso eu parei de sentir a sua também. Acho que foi por isso que eu não estou entregue faz tempo, faz tempo que eu me desapaixonei por você. Pra eu ficar, só precisava do seu toque, teu abrigo, teus afagos que me faziam sentir lírico. Da tua coxa quente na minha batata da perna. Eu precisava que você fosse meu barco e lua cheia iluminando o caminho. Mas não foi, não fui, não fomos. E nunca saberemos ao certo o que nos impediu, quem desistiu primeiro, quem não teve paciência de compreender. (Na maioria das vezes, quando alguém nos abandona, é porque já fomos embora de nós mesmos.) Nunca mais irei sonhar com uma reconciliação, um reencontro ao som de violinos. Nunca mais riremos dos nossos clichês como “este não é o momento”, porque agora, eles nos vestem. E que o meu futuro silêncio lhe sirva como companhia indiciosa da quietude não pelo luto, por ter sofrido ou para me recuperar desses dissabores, mas por ter encontrado uma felicidade longe de ti. Que a minha gargalhada seja nuvens pelo tapete, que a dor seja tua amiga fiel e estranha, que suas esperanças se percam na gaveta das meias. […] Saibas que essa ida sem despedida é broto morto do que você tanto covardeou: eu finjo que não sei, você finge que não foi, uma chuva de vaga-lumes encobertando a nossa falta de estrelas. Por isso, te olhando dormir, choro abraçado no que ainda pulsa vivo de nós: um eco, um estilhaço de sol, um detrito de flor, a lembrança de um solo de violoncelo e o esqueleto de nenhuma esperança… Deixo, essa carta, um bilhete e um abismo no lugar do meu afeto: “Não fui comprar cigarros, você sabe, parei de fumar há tempos. E eu jamais abandonaria alguém contando uma mentira dessas.” Se um dia o seu amor souber ser recíproco, e a sua vontade for de ser dois, me avise que talvez eu volte, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui. Por enquanto, adeus meu amor. Adeus olhos que me distraem. Adeus para eu mesma. Difícil continuar tateando no escuro em busca de alguma saída quando se tem um par de asas e um céu imenso… lá fora. Desculpa essas palavras com cara de choro - você sabe que ainda há reticências…
Michael Letto. (via poesetos)

Meu coração é meio bobo. Me chame de princesa, que eu derreto. Me chame de pequena, que eu me apaixono. Me chama de querida, que eu adoro. Me chama de anjo, que eu cuidarei de você como um. Me chama de doce, e adoçarei a sua vida. Me chame de amor, e eu vou te amar. Me chame de linda, que eu tentarei fazer da sua vida mais bonita. Me chama de sua Julieta, e você será meu Romeu. Me chama de bebê, e eu deixarei que você cuide de mim. Mas me chame de minha, e eu serei somente sua.
Tati Bernardi. (via poesetos)

Não era o meu dia. Minha semana. Meu mês. Meu ano. Minha vida. Caramba.
Charles Bukowski.   (via auroriar)

As pessoas não se apaixonam muito hoje em dia, ninguém mais oferece moletons quando você está molhado. Elas preferem estudar, ganhar dinheiro e viver outras experiências. Faça uma enquete rápida e concluirá que quase ninguém crê no amor. Quanto mais você sabe da vida, menos você se apaixona. A paixão nasce da ignorância: quanto menos sei sobre você, e mais eu quero saber, mais vulnerável eu fico.
Gabito Nunes.   (via auroriar)

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